12 de fevereiro de 2014

Lá se foi o chapéu e a paciência!

Este dia começou com a descoberta de que nem os chapéus grandes (era enorme...snif) se safam a esta ventania que nunca mais acaba. A minha decisão, de há uns dias, em desistir dos chapéus de chuva foi posta de lado, hoje e logo hoje, quando tentei fazer uma rua a pé porque (imagine-se) não me apetecia apanhar uma molha (que ideia estapafúrdia, de facto!). Resultado, ainda ia a meio da rua e já o chapéu estava todo virado do avesso com as varetas todas bambas... grrrrrrrrrrrrrrrrr

Eu já não peço muito... nem costumo queixar-me do tempo... não peço para o São Pedro estalar os dedos e ser já Verão... eu só queria... vá... queria um pouco menos de chuva e vento... 

E que tal uns dias Inverno de sol??? Dizem que a lagartagem gosta disso... ora aí encaixo-me perfeitamente! Porque adoro estender-me ao sol... e só isso! Isto para não falar em tempestades de lã e placas... até porque depois de todo um drama de más construções de barracas, a verdade é que nós, os leões (sempre!) não jogámos lá grande coisa e eu ainda tive de ouvir o senhor da tsf a cantarolar os golos e a descrever o processo de ingestão de alimentos pela galinha Vitória (ai! águia?!?) pois é sempre bom saber que, depois do voo, o pássaro deglutiu um pedaço de carne... seria frango?!?



9 de fevereiro de 2014

Não és tu, sou eu... E o agente

O agente?!? Pois... Uma relação a três pode funcionar para alguns mas não faz o meu género. Chamem-me esquisita, mas quando o nós vira "agente" é ver-me fugir a sete pés. O problema não é teu. Claramente que é meu e nem sequer contigo... É mesmo com a autoridade. 

Com a autoridade e com o "há" desmembrado e o "à" tão mal usado. Mas o problema não é teu.. Não és tu. Sou eu... e nós. Nós e laçarotes que me prendem a coisas como à gramática que tanto tempo me tenta acompanhar e não tenho como a abandonar. Floreados de uma vida.


6 de fevereiro de 2014

Perdidos e Achados - num clube bem mais próximo do que pensa



Num guiché dos "Perdidos e Achados" bem perto de si. É ver, É escolher e... se não gostar: devolver à proveniência... se não for muito incómodo, of course.

Às vezes é assim que nos sentimos, não? Perdidos ou pelo menos não achados. Em tudo... 

Claro que às vezes mais vale uma boa Santa Paciência perdida do que mal encontrada, que isto há com cada encontro de evitar, que nem o susto assim o quer e Santa Paciência mal aproveitada é um crime dos céus.

E até lá, é ir no clube.




4 de fevereiro de 2014

Sem comentários para tanta parvoíce pegada - praxes

Tenho andado tão a correr de um lado para o outro que ainda não tinha falado do assunto hot deste inverno de chuva, frio e vento (já tive de resgatar uma planta da varanda que andava no bailarico). Mas pelos vistos guardei-me para a pérola das pérolas. 

Não gosto de praxes, não lhes acho sentido de nenhum, não vejo necessidade, nem percebo muito bem. Tenho para mim que é mais uma manifestação da triste natureza do homem e da sua cegueira pelo poder, pelo excesso e pela humilhação dos mais "fracos" (eu queria por "H" porque não é uma questão de género, mas não me apetece ter aqui o "H" quando falo das coisas tristes que compõem a condição humana).

Não digo que todas as ditas praxes, praxantes, praxistas, duxes, duxistas e resto do pessoal das batinas sejam de caixão à cova... eu fui praxada e não foi nada de especial. Tintas na cara e uma aula fantasma com jogos parvos, incluindo um dot de serviço (quem se lembra do "dot" no cantinho superior direito ou esquerdo das nossas televisões?).

Não generalizando e abstendo-me de bater no ceguinho no que respeita ao caso do meco, às entrevistas aos vizinhos, às reconstituições jornalísticas, às dúvidas e fantasias que se criam em volta de todo este caso, tenho de me focar na estupidez do video que passo a publicar e que tem andado já na boca do povo (facebook). 

Os argumentos apresentados por esta gente são tiros nos seus próprios pés... os pés de quem praxou o tico e o teco... para nunca mais os voltar a ver.


Só pérolas:

"Temos o direito de ser humilhados" (deviam rever o conceito de direito... se forem estudantes de direito que o Bastonário lhes valha...)

"O objectivo principal não é a integração" (ao contrário dos argumentos utilizados em defesa da coisa por outras pessoas)

"Isto não é humilhação ou pelo menos humilhação gratuita" (porque se fosse onerosa isso sim já seria mau... se pega ainda começam a cobrar aos caloiros para serem praxados...)

"O “estar de quatro” ou comer coisas que não gostamos… a praxe é a vida, isso acontece na vida. A vida é dura!" (é isso... a vida é estar de quatro e comer coisas que não gostamos... ou apanhar caracóis e comê-los logo a seguir)


"Talvez seja para nos ensinar um pouco não a ler, não a escrever, mas ensina-nos que todos nós temos direito a ser humilhados." (outro que não aprendeu a ler... ou pelo menos a pensar!)


29 de janeiro de 2014

Adeus Serpente... Olá Cavalo

Feliz ano (chinês) do Cavalo! Que seja um ano de raça... sem póneis, nem cavalos de brincar... só se forem os Meus Pequenos Póneis a regressar dos tempos antigos... e como não são de madeira, estão safos... e com magia mais ainda.... se forem unicórnios então... é porque vai haver euromilhões na área!



http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=682173


Tudo em nome de uma relação simples… com a sua rede de telecomunicações – num cinema perto de si


Afinal não é o que se quer?

Uma relação simples?

Uma vida simples?!?

Em coro: Nãaaaaao.

Eu gosto mesmo é das coisas complicadas, rebuscadas, filmes à séria, desafios, obstáculos, gincanas diárias. Por tudo isto, ao ler a mensagem da PT a informar-me que “a TMN passa a MEO”  - o que já estou “careca de saber” …acho até que nem o mais puro dos ermitas conseguiria escapar à publicidade dos Gatos e da PT/MEO/TMN/o-que-quiserem! – terminando com um “Nada muda nos serviços e a nossa relação fica mais simples”, só me vem uma ideia à cabeça: tenho de cancelar o serviço! Não pela mudança (essa é me igual ao litro), mas sim pela conta dos serviços que, pelos vistos, não vai sofrer nenhuma alteração… ch.... cambada!!!


Assim sendo: keep it simple, está bem mas não quero.



Ainda assim, keep it simple para o resto:


2 de janeiro de 2014

No domingo fui à bola , no domingo à bola fui...

...E fiquei com a a perfeita sensação do que é ser cancela. Sim, aquela barra que abre e fecha para os carros passarem... Deve ter sido pelos meus lindos olhos ou pela minha simpatia extenuante mas a verdade é que enquanto estava na fila para pedir um cházinho, TODA a gente teve de passar por onde estava... até parecia que estava a dançar, com tanto chega para a frente, chega para trás e volta a repetir.

Fora isso, quando vejo jogos fico sempre com dúvidas existenciais (daquelas mesmo puras que não têm resposta de modo algum):

1. Se a a bola é redonda porque é que os jogadores têm sempre de lhe dar uma volta antes de lhe dar um pontapé?

2. Porque é que há sempre alguém que grita "JÁ ESTÁ!" num remate que passa a quilómetros de distância da baliza?

3. Porque é que há sempre alguém ao lado "do-que-grita-já-está" com o telemóvel pronto a fotografar o que acaba por ser um não golo?

4. Porque é que há sempre alguém que ordena, nada respeitosamente, ao treinador e afins da equipa visitante que se desloque para "a barraca"? Esses e o 4º árbitro, com quem normalmente os adeptos se preocupam muito e lhe pedem para ir para a barraca e não chatear o Jardim (deve ser porque tem estado frio...).

5. Porque é que em quase duas dezenas de remates à baliza não se consegue chegar ao golo?

6. Porque é que o banco do Porto queria bater no "apanha-bolas"?

Enfim, dúvidas.