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22 de junho de 2014

E o que é que não exige paciência nenhuma: fins-de-semana com amigas!

No fim‑de‑semana passado foi a vez de Tavira, da terra estreita, do polvo, das amigas mais recentes, das imitações do Casillas, dos santos populares, do mistério dos carros com para-choques soltos na auto-estrada, dos vídeos ao som da Ana Malhoa, dos Xutos e das Doce, do sol, das caipirinhas, da latinada, de ensinar a sueca à amiga espanhola....do calorrrrrrrr bommmm 😎

Este fim‑de‑semana foi a vez das amigas de sempre, da noiva, de Tróia, do hotel de luxo, da aula de zumba à beira da piscina com prof francês, do champanhe, das ereguicadeias, do mega apartamento, da despedida de solteira, dos miminhos dos senhores do hotel à nossa noiva, dos mergulhos na piscina, do recordar de histórias.

E assim vai a vida! 😀 Bem! Porque são estes momentos que nós dizem que assim vale a pena viver. Não são os momentos de stress que nos fazem passar a semana a querer bater em pessoas e a desfiar um rol de asneiras mentais para não mandar ninguém à m****, nem o senhor que tropeçou em mim na rua, nem a família de férias que se alapou à porta do elevador sem deixar ninguém sair, nem o gordinho das aulas que escreve com canetas multicolores e sabe a história da electricidade desde que foi inventado o fogo (calem o gordinho!😱), nem as noites devedoras ao sono, nem a excursão de sexagenários que invadiu o nosso hotel, nem o empurrar com a barriga dos outros, nem a Alemanha e os seus 4 golos, nem a Espanha a estragar as apostas! Nada! 


18 de dezembro de 2013

Meu querido fígado, coração, estômago, pulmões e outros

Abro o FB e tropeço numas quantas frases sobre álcool, comida, balanças, ou seja, uma casa de horrores para uma boa nutrição... E eis que encontro também pessoas a falarem com o seu próprio corpo... Ora ameaçam, ora dizem que o amam, ora apenas lhe pedem para aguentar-se à bomboca.

Comecei então a pensar que o meu corpo deve andar meio carente... Nunca falo com ele... Tirando as quedas monumentais, as caneladas na cama, ou as joelhadas na mesa e ainda as queixas constantes que faço directamente ao meu cérebro, há muito que não tenho uma conversa séria com o meu corpo, que não consolo o meu coração, que não mimoso meus rins (que há muito que não me levam às urgências e deviam receber um prémio por isso), que não chamo o meu estômago à razão, que não aconchego os meus pulmões que não param um segundo e que não consolo os meus olhos e ouvidos pelo que vêem e ouvem.

Por isso, achei por bem preparar meu corpo para esta quadra natalícia... Já um pouco tarde... Mas ainda bem dentro do tempo dos jantares, dos eventos, das festas, etc e tal.... Não vá ele amuar e deixar-me ficar mal (literalmente).


E bolo rei... e leite creme da avó... e cabrito... e azevias... e polvo... e cheesecake... e bolo de bolacha... e o pão de trigo com manteiga... e o queijo



E já agora prepara-te que a seguir vem Janeiro... Um mês nada fácil...