Pois então: Feliz Navidad!
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5 de novembro de 2013
O Maduro deixou-se levar pelo IKEA
Uauuu........... a influência do consumismo prático-europeu atingiu o Maduro! Afinal a antecipação do Natal não acontece apenas numa loja perto de si... acontece em toda a Venezuela... o facto da estrelinha ter guiado José e Maria até um estábulo onde nasceu o Menino Jesus no dia 25 de Dezembro (que começaram com toda esta história do Natal) é apenas um pequeno detalhe. Afinal, não é tudo em nome da crise.
Pois então: Feliz Navidad!
Pois então: Feliz Navidad!
26 de agosto de 2013
23 de agosto de 2013
Cantas bem ou purple rain
Há dias escrevi umas notas para não me esquecer de fazer um post. Faz amanhã uma semana. E esqueci-me (novidade!). As notas eram estas:
- Prince
- Sr. que esteve uma ora a bater couro ao segurança/ vigilante/ guardião da porta das pulseirinhas amarelas para conseguir uma pulseira para passar para a plateia vip.
- Cantas bem ou purple rain
Anotei e depois esqueci-me de voltar a elas. Até ser relembrada esta semana (santa paciência para a minha memória de “peixa”).
Foi tão bom ver o Prince. Foi mesmo bom. Mais que bom. Algo a não esquecer. Não conhecia algumas das músicas mas adorei.
Não tão fantástico, mas de algum modo curioso, foi ver a Lili Caneças a ir para a plateia (na parte vip… obviously) e a aguentar-se até ao final (disseram-me – depois, pois eu não estava desse lado - que até puxou pela malta, embora no final lá se tenha ido sentar… a verdade é que também eu ia se não perdesse o lugar mega fantástico onde fiquei). E lá estava a senhora, num estilo muito roqueiro. Depois tramou-se, pois antes do concerto a plateia-vip-das-pulseirinhas-amarelas (longe de mim pertencer a tal clube!) ficou preenchida com a maltinha do balcão, das galerias, e da restante plateia. Foi a democratização da plateia vip! Abaixo as pulseiras amarelas! Conheço uns quantos (dois) que bem que se aproveitaram, mas eles lá sabem e se queriam ficar ao pé da Lili, fizeram eles muito bem.
Só tenho pena que o rapaz/homem/chato que estava ao meu lado (e que me deu o privilégio da companhia dos seus cotovelos o concerto inteiro) não tivesse conseguido a pulseira amarela. A sério! Como foi possível não terem dado a pulseira à pessoa mais annoying do século! Prémio “Santa Paciência/Pessoa Mais Maçadora do Ano” para este senhor. Estive quase a interceder, para lhe darem o raio da pulseirinha, junto de um do staff do Prince que andava a fazer o seu joguinho de distribuição da pulseirinha amarela! E o tipo só dizia “Cámon mán*! One, just one”. Isto. Várias vezes. Sem ter um discurso mais elaborado. Nada. Só mesmo “Cámon mán*!” enquanto estava com um pé na plateia vip e outro na plateia não vip, quase deitado em cima da barreira que nos separava da plateia vip.
Eu estava a adorar estar ali, na linha que nos separava da plateia vip… sem ninguém imediatamente à frente (tão bom!), com uma altura a mais (poucos centímetros que sejam fazem sempre diferença) e um lugar para por a malinha, ui, maravilha. Consegui ver o Prince! É um autêntico feito!!)
Voltando ao senhor que queria ir para a plateia vip. Não conseguiu a pulseira. E então que fez? Sair da zona de passagem? Não. A pessoa resolveu fazer um novo amigo. O tal segurança/vigilante/ guardião da plateia-vip-das-pulseirinhas-amarelas. E não desistiu. Esteve todo o concerto a travar conhecimento com o moço das opções acima indicadas. Ele fez de tudo: disse que conhecia o fulano tal, pediu para chamar o beltrano ípsilon (várias vezes), deu palpites sobre a organização do Coliseu, fez queixinhas das pessoas que estavam a filmar, a fotografar ou simplesmente “a mandar um sms”, fez queixinhas das pessoas que passaram para a parte vip sem pulseirinha amarela (escândalo!). Tenho pena que ele não tenha percebido que bastava sair e entrar pela porta ao pé do palco. É que lhe explicaram isso. Mas acho que a amizade com o rapaz da entrada da plateia-vip-das-pulseirinhas-amarelas foi mais forte. Isso e o continuar a reclamar.
E foi assim. As luzes apagaram-se. Foi dito pela milésima vez que era proibido captar imagens (creio que algumas pessoas não ouviam bem). A baixista, a baterista e a guitarrista entraram em palco e… o Prince apareceu. Era mesmo ele! E o concerto lá se fez. E que bem que estiveram, ele e as suas 3 “babes”. E mesmo com o festival de lanternas dos seguranças/vigilantes/guardiões da imagem do Prince a decorrer na plateia vip, não vip, balcão e camarotes, deu para desligar de tudo e apenas ouvir música! É tão bom quando realmente se ouve música. E os papelinhos roxos no final com a purple rain…. Excelente!
p.s.: Quanto ao cantas bem ou purple rain… pode ter sido do tom da música, das colunas ao pé, do barulho de toda a gente a falar, dos zumbidos nos ouvidos, do cansaço ou da pronúncia do grupinho vizinho, mas a verdade é que não percebia porque é que eles gritavam “Cantas bem! Cantas bem! Cantas bem!”. Claro que canta bem. E então? Qual a novidade? Pois… lá para o terceiro encore (não sei bem) lá percebemos que eles queriam ouvir a “Purple Rain”… o que fazia mais sentido… de facto.
*tentativa de atingir a maneira exacta como era dita esta expressão.
- Prince
- Sr. que esteve uma ora a bater couro ao segurança/ vigilante/ guardião da porta das pulseirinhas amarelas para conseguir uma pulseira para passar para a plateia vip.
- Cantas bem ou purple rain
Anotei e depois esqueci-me de voltar a elas. Até ser relembrada esta semana (santa paciência para a minha memória de “peixa”).
Foi tão bom ver o Prince. Foi mesmo bom. Mais que bom. Algo a não esquecer. Não conhecia algumas das músicas mas adorei.
Não tão fantástico, mas de algum modo curioso, foi ver a Lili Caneças a ir para a plateia (na parte vip… obviously) e a aguentar-se até ao final (disseram-me – depois, pois eu não estava desse lado - que até puxou pela malta, embora no final lá se tenha ido sentar… a verdade é que também eu ia se não perdesse o lugar mega fantástico onde fiquei). E lá estava a senhora, num estilo muito roqueiro. Depois tramou-se, pois antes do concerto a plateia-vip-das-pulseirinhas-amarelas (longe de mim pertencer a tal clube!) ficou preenchida com a maltinha do balcão, das galerias, e da restante plateia. Foi a democratização da plateia vip! Abaixo as pulseiras amarelas! Conheço uns quantos (dois) que bem que se aproveitaram, mas eles lá sabem e se queriam ficar ao pé da Lili, fizeram eles muito bem.
Só tenho pena que o rapaz/homem/chato que estava ao meu lado (e que me deu o privilégio da companhia dos seus cotovelos o concerto inteiro) não tivesse conseguido a pulseira amarela. A sério! Como foi possível não terem dado a pulseira à pessoa mais annoying do século! Prémio “Santa Paciência/Pessoa Mais Maçadora do Ano” para este senhor. Estive quase a interceder, para lhe darem o raio da pulseirinha, junto de um do staff do Prince que andava a fazer o seu joguinho de distribuição da pulseirinha amarela! E o tipo só dizia “Cámon mán*! One, just one”. Isto. Várias vezes. Sem ter um discurso mais elaborado. Nada. Só mesmo “Cámon mán*!” enquanto estava com um pé na plateia vip e outro na plateia não vip, quase deitado em cima da barreira que nos separava da plateia vip.
Eu estava a adorar estar ali, na linha que nos separava da plateia vip… sem ninguém imediatamente à frente (tão bom!), com uma altura a mais (poucos centímetros que sejam fazem sempre diferença) e um lugar para por a malinha, ui, maravilha. Consegui ver o Prince! É um autêntico feito!!)
Voltando ao senhor que queria ir para a plateia vip. Não conseguiu a pulseira. E então que fez? Sair da zona de passagem? Não. A pessoa resolveu fazer um novo amigo. O tal segurança/vigilante/ guardião da plateia-vip-das-pulseirinhas-amarelas. E não desistiu. Esteve todo o concerto a travar conhecimento com o moço das opções acima indicadas. Ele fez de tudo: disse que conhecia o fulano tal, pediu para chamar o beltrano ípsilon (várias vezes), deu palpites sobre a organização do Coliseu, fez queixinhas das pessoas que estavam a filmar, a fotografar ou simplesmente “a mandar um sms”, fez queixinhas das pessoas que passaram para a parte vip sem pulseirinha amarela (escândalo!). Tenho pena que ele não tenha percebido que bastava sair e entrar pela porta ao pé do palco. É que lhe explicaram isso. Mas acho que a amizade com o rapaz da entrada da plateia-vip-das-pulseirinhas-amarelas foi mais forte. Isso e o continuar a reclamar.
E foi assim. As luzes apagaram-se. Foi dito pela milésima vez que era proibido captar imagens (creio que algumas pessoas não ouviam bem). A baixista, a baterista e a guitarrista entraram em palco e… o Prince apareceu. Era mesmo ele! E o concerto lá se fez. E que bem que estiveram, ele e as suas 3 “babes”. E mesmo com o festival de lanternas dos seguranças/vigilantes/guardiões da imagem do Prince a decorrer na plateia vip, não vip, balcão e camarotes, deu para desligar de tudo e apenas ouvir música! É tão bom quando realmente se ouve música. E os papelinhos roxos no final com a purple rain…. Excelente!
p.s.: Quanto ao cantas bem ou purple rain… pode ter sido do tom da música, das colunas ao pé, do barulho de toda a gente a falar, dos zumbidos nos ouvidos, do cansaço ou da pronúncia do grupinho vizinho, mas a verdade é que não percebia porque é que eles gritavam “Cantas bem! Cantas bem! Cantas bem!”. Claro que canta bem. E então? Qual a novidade? Pois… lá para o terceiro encore (não sei bem) lá percebemos que eles queriam ouvir a “Purple Rain”… o que fazia mais sentido… de facto.
*tentativa de atingir a maneira exacta como era dita esta expressão.
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