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2 de abril de 2014

Pontuações da vida: Não é NÃO e ponto final… silêncio é a LOUCURA e uma coisa cheia de reticências, interrogações e exclamações e o raio-que-o-parta

Instalou-se a loucura… estou a um passinho assim para ser internada. Por favor!… meninos e meninas façam um favor à humanidade e quando a certeza é a de um não, despachem logo o assunto, deixem-se de entrelinhas e de refugiarem-se em estados d’alma e… vá… sejam suficientemente claros nas 3 letrinhas… porque com apenas 3 letrinhas se escreve a palavra NÃO, que é capaz de ser das poucas do mundo a não espezinhar o coração…verdade!… apenas esfaqueia o orgulho… mas ele depois cola-se logo a seguir... porque é assim a vida. Ponto final. 

31 de março de 2014

De volta a Lisboa, ao blog, à chuva, ao frio… e às más notícias.

Abri uma página do word depois de rabiscar umas ideias sobre a viagem deste fim-de-semana a Madrid, prontinha para regressar em força a este blog, que tem sido tão negligenciado por mim e por força de uma vida demasiado preenchida…e com muita paciência… quando olho para o telemóvel e vejo uma mensagem de um amigo a comunicar a perda de um familiar… e de repente as minhas perdas de outrora voltaram ao de cima e os embaraços recentes perderam a força.


Não vale a pena perder tempo a pensar em coisas menos boas do passado, recente ou mais ausente senão reter o que de bom houve e partir em frente. É isto não é? As memórias são o que nos resta, certo? É o que se deve dizer e fazer, correcto? Porque devemos sempre fazer o que nos dizem e nunca o que os outros fazem, vale?! Eso es


2 de janeiro de 2014

No domingo fui à bola , no domingo à bola fui...

...E fiquei com a a perfeita sensação do que é ser cancela. Sim, aquela barra que abre e fecha para os carros passarem... Deve ter sido pelos meus lindos olhos ou pela minha simpatia extenuante mas a verdade é que enquanto estava na fila para pedir um cházinho, TODA a gente teve de passar por onde estava... até parecia que estava a dançar, com tanto chega para a frente, chega para trás e volta a repetir.

Fora isso, quando vejo jogos fico sempre com dúvidas existenciais (daquelas mesmo puras que não têm resposta de modo algum):

1. Se a a bola é redonda porque é que os jogadores têm sempre de lhe dar uma volta antes de lhe dar um pontapé?

2. Porque é que há sempre alguém que grita "JÁ ESTÁ!" num remate que passa a quilómetros de distância da baliza?

3. Porque é que há sempre alguém ao lado "do-que-grita-já-está" com o telemóvel pronto a fotografar o que acaba por ser um não golo?

4. Porque é que há sempre alguém que ordena, nada respeitosamente, ao treinador e afins da equipa visitante que se desloque para "a barraca"? Esses e o 4º árbitro, com quem normalmente os adeptos se preocupam muito e lhe pedem para ir para a barraca e não chatear o Jardim (deve ser porque tem estado frio...).

5. Porque é que em quase duas dezenas de remates à baliza não se consegue chegar ao golo?

6. Porque é que o banco do Porto queria bater no "apanha-bolas"?

Enfim, dúvidas.

23 de outubro de 2013

Emoções do fim-de-semana passado: Episódio 1 - O carrapito a galar caracóis


Ou: A alemã de carrapito e o tuga de caracóis

Bairro Alto. Páginas Tantas. Notas de jazz entre conversas de fundo. Três amigos, uma mulher e dois homens, sentados a um canto entre conversas profundas aliviadas por momentos de bom humor. 

A empregada aproxima-se e chama "o-dos-caracóis-e-olhos-azuis" e, dizendo sempre que é uma mera empregada e que não tem nada a ver com o assunto (mas bem que estava a gostar), entrega-lhe um pedaço de uma página arrancada ao conforto de um livro dobrado com se nada fosse. 

Foi a do carrapito da mesa do lado. Alemã. Morena. Alta...  E de carrapito (aquilo tem um nome mais actual, mas não me lembro, por isso para mim é um carrapito). Tinha um número de telefone !!!!(que por ser politicamente correcta, não apanhei na foto). 

Fiquei eu mais entusiasmada que "o-dos-caracóis-e-olhos-azuis"!!! 



Cena "à filme". Muito bom.


Dúvidas: Será que uma pessoa fica mas extrovertida no estrangeiro e, sem grandes inibições, avança com bilhetinhos e números de telefone? Tentativa de guia privado sem custos (monetários) acrescidos? Reconhecimento cultural? Será que alguma vez dá resultado?!? O que fariam se uma estranha ou um estranho pedisse para vos dar um bilhetinho?