Mostrar mensagens com a etiqueta Já seria de esperar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Já seria de esperar. Mostrar todas as mensagens

2 de abril de 2014

Pontuações da vida: Não é NÃO e ponto final… silêncio é a LOUCURA e uma coisa cheia de reticências, interrogações e exclamações e o raio-que-o-parta

Instalou-se a loucura… estou a um passinho assim para ser internada. Por favor!… meninos e meninas façam um favor à humanidade e quando a certeza é a de um não, despachem logo o assunto, deixem-se de entrelinhas e de refugiarem-se em estados d’alma e… vá… sejam suficientemente claros nas 3 letrinhas… porque com apenas 3 letrinhas se escreve a palavra NÃO, que é capaz de ser das poucas do mundo a não espezinhar o coração…verdade!… apenas esfaqueia o orgulho… mas ele depois cola-se logo a seguir... porque é assim a vida. Ponto final. 

12 de fevereiro de 2014

Lá se foi o chapéu e a paciência!

Este dia começou com a descoberta de que nem os chapéus grandes (era enorme...snif) se safam a esta ventania que nunca mais acaba. A minha decisão, de há uns dias, em desistir dos chapéus de chuva foi posta de lado, hoje e logo hoje, quando tentei fazer uma rua a pé porque (imagine-se) não me apetecia apanhar uma molha (que ideia estapafúrdia, de facto!). Resultado, ainda ia a meio da rua e já o chapéu estava todo virado do avesso com as varetas todas bambas... grrrrrrrrrrrrrrrrr

Eu já não peço muito... nem costumo queixar-me do tempo... não peço para o São Pedro estalar os dedos e ser já Verão... eu só queria... vá... queria um pouco menos de chuva e vento... 

E que tal uns dias Inverno de sol??? Dizem que a lagartagem gosta disso... ora aí encaixo-me perfeitamente! Porque adoro estender-me ao sol... e só isso! Isto para não falar em tempestades de lã e placas... até porque depois de todo um drama de más construções de barracas, a verdade é que nós, os leões (sempre!) não jogámos lá grande coisa e eu ainda tive de ouvir o senhor da tsf a cantarolar os golos e a descrever o processo de ingestão de alimentos pela galinha Vitória (ai! águia?!?) pois é sempre bom saber que, depois do voo, o pássaro deglutiu um pedaço de carne... seria frango?!?



30 de setembro de 2013

Olha o Tonecas de calções!

Tudo começou com a célebre deixa do descongelamento… o tempo está a arrefecer, disse-me o senhor do táxi… e nunca mais se calou…

Disse-me que os semáforos já têm canudo… ora, das duas uma ou os semáforos foram para a universidade e alguns saíram licenciados ou o canudo tem qualquer coisa a ver com o trânsito... por mera hipótese académica.

Disse-me que são radares... que eles andam aí… e querem apanhar-nos à força toda (pelo menos antes radares do que ETs, penso eu…) “Está a ver aqueles canudinhos em cima dos semáforos?” (dos peões?!?, penso), “Ah, pois é!”, respondo (eu nunca contradigo um taxista… é uma regra de sobrevivência). “E agora na Avenida da Liberdade têm uns que parecem uns pássaros”, diz, “Olhe ali, olhe ali!”… “Ah, pois é!” (não vi nada!).

Será teoria da conspiração ou mesmo verdade? Tive de ir investigar pois eu apostava que os canudinhos pertencem ao kit dos sinais sonoros para que os invisuais possam atravessar com maior segurança e o resto câmaras ou até mesmo… pássaros! A investigação googliana não me confirmou a teoria do senhor do táxi.

E durante a viagem lá me foi mostrando onde estão os sinais “especiais”, misturando a visita guiada com conselhos de condução defensiva e muita reclamação com o homem que partiu o trânsito (o que ganhou agora as eleições), mais os turistas que andam “à balda” em Lisboa, comentários aos transeuntes, finalizando toda esta parafernália de reclamações, conselhos e comentários com um belo de um grito ao jeito de piropo: “Olha o Tonecas de calções!” (isto a um rapaz todo alternativo de rastas e calças curtas…).

A culpa é minha... mesmo só dizendo “Ah, pois é!” e mesmo com o olhar meio perdido no trânsito (e no desejo de querer silêncio e um café!) tenho um ar simpático, está visto… 

E o prémio Santa Paciência e "Granda" Cromo vai para...



Um partidaço!!! E estive eu a levar com os comentadores políticos (giraços! not) com análises e mais análises (é que para além de ser o dia da estreia da 1000ª Casa dos Segredos, foi por acaso também dia de eleições, um dia importante para o futuro do poder local... sim, existe) quando podia estar a rebolar a rir! Se forem como este, passa a ser a comédia do ano...

Nem sei por onde começar.... ele é uma pessoa de sucesso, ele é mister Covilhã, ele é o melhor jogador de Belmonte, ele tem 3 namoradas... tem muito amor para dar e elas nem se importam já que ele é o único modelo de "Passsrelle" (é ou não é verdade que para além de ter um problema de dicção, o rapaz  enrola a língua a falar?) do Distrito de Castelo Branco, ele ensina a posição do amor, cuidar de pessoas velhas e até mesmo agricultura e... ele é um  QUERIDO com as raparigas FEIAS, porque elas vão dizer às bonitas que ele é um FOFINHO! Esperto!! Olha que qualquer dia nem a amiga da avó te safa das bruxas!

O pior é que existem mais assim...

29 de setembro de 2013

As avozinhas rufias das eleições

Fui votar. Sempre fui. Já passei muitos domingos de eleições nas ditas mesas de voto. Levantar-me ainda de noite, passar o dia a dizer bom dia ou boa tarde, ler nomes e números de eleitor, encaminhar as pessoas que erradamente aparecem na sala e que afinal são fregueses de outros, contar e recortar, confirmar, assinar, lacrar e aguardar pela polícia. Hoje não estive nas mesas. E por isso, consegui assistir às notícias e ver as confusões, boicotes que existem sempre. E foi isto que vi...
Uma palhaçada... Parece uma novela barata com maus actores que querem estar indignados mas parece que estão a rir... Estavam à espera da televisão para se começarem a indignar ou já a tinham chamado para se filmar tal palhaçada? Abstenham-se de votar se assim o querem mas abstenham-se também de figuras tristes. Já não bastava termos o ninja de Vila Nova de Gaia, agora tens as "avozinhas rufias" de Ourondo! Que lindo que é dar espectáculo para "tuga" ver ao deitarem a urna de voto para o chão, virarem mesas e rasgarem os boletins... Que cena tão (mal) montada e amanhada!







23 de setembro de 2013

Quais sentimentos para nos deitarem abaixo... basta um par de calças largas

Sabem aquela música "Feelings" (Feelings, nothing more than feelings, trying to forget my feelings...)? Agora imaginem: a música..., um táxi a parar, aqui a darling a saltitar nas pedras da calçada para a rua atravessar, de paralelepípedo em paralelepípedo, as calças largas… e o tropeçar, a queda em câmara lenta para cima da porta do táxi que felizmente tive tempo de abrir e o sentar atabalhoado no banco de trás, como se me tivessem atirado para dentro do táxi… só a mim…  



E agora uma versão bem diferente da que passava na rádio do táxi para dentro do qual me espalhei, de uma grande Senhora: Nina Simone. A ver!


13 de agosto de 2013

7 cães a um peixe e os pénaltis das correntes fortes

Hoje a praia da Terra Estreita estava "quase quase" interdita a banhos. Mas uma interdição com estilo: placas pela areia a avisar do perigo de afogamento e nadadores salvadores de apito pronto para pôr na ordem todo o banhista afoito e incumpridor que quisesse dar umas braçadas. Muito apito se ouviu. Era toda a gente com a água pelo joelhinho! Quem avançasse um pouco mais levava logo com o sinal de penalti! Ai se os nadadores salvadores pudessem mostrar cartões vermelhos aos banhistas, hoje iam uns quantos para o balneário mais cedo.



É típico. Devem pensar “ah e tal, sei nadar, estas ondas são para meninos, tanto dramatismo, a bandeira é só para as criancinhas ficarem em terra, etc e tal”, aventuram-se e depois já pensam “raio (ou algo similar…) da corrente que não me deixa voltar para terra” e lá vai o mitch buchannon cá do sítio lançar a bóia ao senhor que não conseguia sair do mesmo sítio… e os apitos continuaram.


Quando aqui a pessoinha já estava esparramada na toalha, vinda de um mergulho (bem haja às ondas que permitiram uma altura para um mergulho aceitável sem raspar na areia), já mais do que habituada à banda sonora da apitadela, eis que a confusão se instala.

Suspense….

As pessoas começam-se a juntar num ponto da praia…

Quem está cá atrás não percebe nada do que se passa… qualquer coisa deu à costa… mas o quê?

Cada vez mais gente e uns até arrastavam uma coisa.

Lá teve de ser, deixei o descanso do livrinho na toalha e de máquina em punho (já que é para ser cusca mais vale fazer a reportagem completa), lá fui inspeccionar o local.






O objecto não identificado (pelo menos pela minha miopia) era nada mais, nada menos do que uma rede de pesca mega gigante (pelo menos no meu sistema de medição) que foi retirada do mar por uma série de banhistas, ainda durante uns bons minutos (diria 15 min, mas a minha noção de tempo é relativa), enquanto outros se agarravam logo aos peixes que vinham agarrados na rede.

Muita gente levou o almoço para casa… a sério… pareciam 7 cães a um… peixe. Vi pessoas com 5 peixes grandes assim como vi uma miúda com 1 mini peixe… a lei da natureza em força!

Se, por um lado, é de louvar o espírito e a vontade dos que arrastaram a rede até um lugar mais seguro, evitando que alguém se enrolasse nela; por outro, é de comentar com um “santa paciência” os que cegamente se lançaram aos peixes mortos (sabe-se lá há quanto tempo… porque lá por estarem na água não quer dizer que estivessem vivos, pois já poderiam estar presos na rede há mais tempo e nem saltitaram cá fora como se costuma ver). Enfim, santa paciência!



27 de junho de 2013

Apenas a minha opinião… (Em dias de greve, há quem faça greve à liberdade dos que não a fazem)

…Santa paciência para as pessoas que não conseguem perceber onde acaba o seu direito e começa o dos outros...

Greve: (s. f.) Interrupção voluntária e colectiva de actividades ou funções, por parte de trabalhadores ou estudantes, como forma de protesto ou de reivindicação.

Greve geralparalisação concertada de actividades a nível nacional, em protesto contra determinadas políticas governamentais ou institucionais.

Concertar: (v. tr.) Combinar, ajustar, conciliar; Harmonizar, decidir por acordo comum; (v. intr.) Concordar.

Concertação: (s. f) Acto ou efeito de concertar ou conciliar.

Estado de sítio: situação de uma praça, fortaleza ou povoação, cercada pelo inimigo.[Política] Medida tomada em circunstâncias especiais, nomeadamente em caso de perturbações sociais, para justificar certas restrições de liberdade, de direitos e de garantias.

Intimidar: (v. tr.) Inspirar receio, medo ou temor a.; (v. pron.) Sentir receio; sentir acanhamento.

Direito: (s. m.)  O que pode ser exigido em conformidade com as leis ou a justiça; Faculdade, prerrogativa, poder legítimo.

Civilização: (s. f.) Resultado dos progressos da humanidade na sua evolução social e intelectual.

Posto isto: SANTA PACIÊNCIA para as pessoas que percorrem as ruas a gritar para as lojas serem fechadas… a coagirem quem passa na rua para os acompanharem ou a lançar olhares ao estilo Medusa (Ai não vens para a greve?!? Então petrifica-te para aí... não serves para nada).

Têm razão quando reclamam com os excessos e abusos de poder que para aí existem, seja de quem for, mas muitas das pessoas que andam a gritar na rua “pelo bem da humanidade” praticam os mesmos actos abusivos ao impedirem pessoas que (é um facto) querem trabalhar. Isso: existem pessoas que QUEREM trabalhar. Seja por que razão seja. E se querem, não podem ser impedidas por outras. Que eu saiba ainda não estamos em período revolucionário, nem em estado de sítio.

Manifestem-se pelos ideais que defendem, falem, argumentem, exprimam os vossos pontos de vista. Civilizadamente. Têm todo o (esse) direito. E ainda bem que o têm. Houve alguém que lutou por isso. Mas, queridos manifestantes, não apavorem as pessoas que têm as lojas de rua com a porta aberta e que têm de fechar as portas apenas para a procissão passar, abrindo-as nova e imediatamente a seguir... quando o caminho “está livre”. Aquilo que se assiste é um acto de intimidação. Ora não me parece correcto. Quem quiser fazer greve… faz. Quem quiser ir “lutar”… vai.

Acredito que há muita gente que gostava de fazer greve e não o faz. Não para ir para a praia... mas para lutar por aquilo a que têm direito. Contudo não o faz, porque não se pode dar ao luxo de perder um dia de ordenado.

Compreendo a greve e quem a faz “à séria”. Compreendo quem quer fazer e não pode, pelas razões que só a essas pessoas dizem respeito. Agora não compreendo piquetes. [«piquete de grevegrupo de grevistas geralmente colocados à entrada do local de trabalho que asseguram a execução das instruções de greve.» Execução… de instruções… calafrios é o que isto dá. ] É provavelmente uma limitação minha (todos temos a nossa limitação) mas não compreendo aquelas pessoas de colete que se pespegam em frente aos locais de trabalho a intimidar quem vai trabalhar porque simplesmente optou por não fazer greve.

A liberdade de pensamento e de expressão funciona para os dois lados. Para se defender a sua liberdade e os seus direitos tem de se compreender e aceitar que existe TAMBÉM a liberdade dos outros e esses outros têm direito de opção. Se não querem carneiros para um lado também não podem querer para o outro.

Isto tudo para não falar do clássico (já é clássico) “abaixo o capitalismo” que sai, entre perdigotos, da garganta dos manifestantes, que (vá… em bom número) têm, pelo menos, dois telemóveis, provavelmente um “Ai qualquer coisa”, um carro que não dispensam, a roupa da marca xpto, etc e tal. The usual.

Eu sei que estou a generalizar. Sei também que existem pessoas que optaram por fazer greve mesmo que isso signifique viver ainda mais “à rasca”. Sei de pessoas que não têm dinheiro para “Ais” nem “Uis”. Sei de pessoas que fazem greve sem coagir outros. Que respeitam a liberdade e as opções de cada um. Que têm argumentos que vão para além do inimigo capitalismo. Fazem-no porque entendem que é o caminho, mesmo que não o ideal, mas pelo menos o possível. Pelo menos fazem. Sei disto e respeito, assim como respeito quem me respeita. E essas pessoas saberão que não são elas que estão aqui retratadas. É o defeito da generalização. 

Não é pessoal, é apenas a minha opinião sobre a generalidade dos episódios que se assistem... greve após greve.



26 de junho de 2013

Vamos lá a um jogo #1... Vamos compartimentar!




 Vamos fazer um exercício. Vamos voltar à primária. Vamos compartimentar!

(Luzes! Néones a piscar! Aplausos! Confetes!...O Show vai começar)

Vamos lá a isso.

Éramos nós pequenas amostras de gente (inocentes crianças, portanto) e aprendemos a separar as letras dos números. Aprendemos a encaixar as figuras geométricas em cada buraquinho correspondente. Aprendemos a separar os rios, do grupo da água doce, para um lado e os mares salgados, para o outro, sem olhar ao limbo da foz.

Assimilámos logo muito cedo que cada coisa tem o seu lugar. E esse lugar era separado, sem grandes questões, por uma linha. O mundo a que pertence e cada um no seu mundinho. Os animais à fauna. As plantas à flora. As meninas para um lado, com as suas bonecas e cozinhas miniatura, e os meninos para o outro, divididos entre carrinhos e uma bola de futebol. Os amarelinhos viviam na Ásia e os vermelhinhos nas Américas.

Crescemos. Os vermelhinhos agora estão nas Américas e também na Ásia, mas continuamos a compartimentar. Com a idade aprendemos que a água não se mistura com o azeite. Que existem cores frias... Cores quentes... E o arco-íris deixa de ser mágico para ser um fenómeno analisado e discutido ao detalhe.

Descobrimos que o açúcar do algodão doce não se mistura com o céu. Aprendemos que existem conjugações infelizes... E não é só uma questão de jogar losangos e riscas...calças de fato de treino com camisola de lã ou condutores de domingo a circular à hora de ponta de uma segunda-feira...Aprendemos na nossa pele que a água doce se mistura com o sal aguado...que a lágrima salgada se mistura com o sorriso doce...

No jogo da compartimentação, há, porém, quem não sabe misturar vinho com azeite e continua a insistir com água. Há quem misture tudo aquilo que não lhe diz respeito e desconhece, palpitando comentários por pura maldade. Há quem fale de alhos e teime em chamar os bugalhos à conversa, quando esgotados os argumentos.

Neste jogo, há quem não tenha conseguido sair da primária e continue a compartimentar em desmazelo ou a confundir o inconfundível sem qualquer zelo.

E assim continua o Show! Venha lá menina, é a sua vez de acertar em uma de 3! Fácil, fácil, fácil! Só tem de acertar na lengalenga corrrrrrrecta!

A.     Trinta e três, diga lá outra vez... Esta coisa tem 4 lados, não sei porque não passa nesta “cena” redonda;
B.     Já não há estrelas no céu para... iluminar o senhor do algodão doce que anda a decorar a estratosfera;
C.      Quem te avisa teu amigo é… e a minha prima Flora tem um periquito chamado tubarão!

30 de maio de 2013

E o circo continua...

... a um dia de acabar o prazo da entrega do IRS... sai um comunicado... nós não temos nada a ver mesmo com o tal do anexo SS...nem nós nem os apanhadores de espécies marinhas e os pescadores apeados, entre outros... 

Não comuniquem mais uns com os outros que não é preciso... Se houvesse a mínima preocupação em se estudar e analisar as invenções governamentais antes de serem postas em prática talvez as coisas corressem (um pouco que fosse) melhor… maybe…

O circo do Anexo SS

O meu pai bem me disse para entregar o IRS o mais cedo possível porque o portal vai para manutenção nos últimos dias e depois já só com multa (Será?!).

A filhinha do papá lá entregou aquilo a meados do mês para não parecer muito ansiosa perante as finanças… não vá o "Sistema" taxar tanta ansiedade. Entreguei e voltei a entregar… afinal havia uma pedra no sapato: a pedra SS. Eu até passei os olhos por todos os anexos… vi SS, assustei-me e decidi que aquilo não é para mim. Afinal, diz que é, apesar de conter uma opção para me excluir logo a seguir… (WTF!).

Depois do drama, do horror, do pânico e da batalha de opiniões originada pelo tal SS (desculpem mas não dá para evitar a alusão a cenas bélicas, terror e afins… é mesmo de meter medo…) lá entreguei a substituição com a “coisa” da SS.


MAS ainda assim não me livrei do (again) pânico, horror, drama, alvoroço e mais drama de algumas pessoas que estão a tentar entregar hoje o malfadado do dito e dos seus anexos, SS incluído, e a travar uma luta, diga-se que comprovadamente inglória, contra o "Sistema"… que…. (surpresa!) …. está em manutenção!