17 de outubro de 2013

Não há paciência para tanta antecipação

Recebi um email de publicidade que tinha como assunto “Sabe o que está aí (quase) a chegar?” e eu (inocentemente) pensei para com os meus botões “deixa cá ver se é alguma promoção ou alguma daquelas bugigangas para a casa, gadgets ou alguma nova colecção” que aqui a pessoa sempre se anima com coisas de decoração. Mas não… diz que é o Natal! Estamos a 17 de Outubro e, portanto, o Natal está quase (vá lá que ainda somos salvos pelo quase) aí à porta! 

No fim-de-semana passado andei a ver montras e passei por umas quantas casas que vendem aquelas coisas giras-nas-horas, mas astronomicamente-caras, para a casa. E quando me perguntaram se já tinha visto coisas de Natal, quase que me engasguei. “Natal?!?” 

É verdade, o problema é mesmo meu e da minha memória de Dóri. Não, não vou a culpa no “pobre” mundo que anda cada vez mais acelerado e das lojas que só pretendem desenvolver um pouco da sede de consumismo, para tentarem sobreviver… às custas do Natal. 

Qual peixinho de aquário, todos os anos a mesma surpresa: O “Natal comercial” começa em Outubro!!! Já existem lojas a exibir as últimas tendências de decorações natalícias. Recuso-me a entrar em tais lojas (até hoje, pelo menos tenho cumprido). Estão 25ºC e já se preparam as bolinhas, as fitinhas, as luzinhas, as ovelhinhas e os “inhas” todos que conseguem caber numa árvore de Natal… é caso para dizer… bolas!

Mas o problema é meu e só meu… meu e do mau feitio desgraçado que “baixa em mim” com estas coisas das antecipações das épocas. Nem me deixam gozar a vinda das castanhas-assadas-que-existem-o-ano-inteiro, do Halloween-que-roubamos-aos-americanos e da bela da romã-que-conto-comer-aos-quilos-mas-que-me-aborrece-só-de-pensar-em-descascar-tal-coisa. 


Sequências e inevitabilidades

Saí de casa
… e tropecei numa alminha da emel… arrepios…

A caminho do metro
… praça de táxis mesmo ali à mão de semear: dúvida!

Entro no táxi e digo a morada
“Oh Diacho! Eu não a levei ontem?!”” 
“Hummmm! Pois… é provável”… e penso:
          1º) medoooo...
          2º) devia dar mais uso ao passe..
          3º) pelo menos este é da equipa do Speedy Gonzalez               taxista e não fica a "engonhar" no trânsito para                 esticar o taxímetro...

Na rádio dizem que inventaram um vinho para gatos.
... Se o Jeremy sabe disse mete-se nos copos para aperfeiçoar as suas macaquices...

Olho pela janela: nevoeiro?! 
Não, há fumo na Baixa! 
(Segundo de pânico)
............Ah! São só as castanhas assadas que já voltaram ao Rossio. Weeeeee!
The End. 



16 de outubro de 2013

tempos modernos ao som de músicas intemporais



If this doesn't make you free
It doesn't mean you're tied
If this doesn't take you down
It doesn't mean you're high
If this doesn't make you smile
You don't have to cry
If this isn't making sense
It doesn't make it lies


Coisinhas da vida...

Pois queria.... Já o gato podia acordar mais tarde...
 

13 de outubro de 2013

Qual é a coisa qual é ela, que é necessária mas não amarela...

... E é feita de pessoas alinhadas, num passeio ( porque será?) numa espécie de ordem (espanto!) e estão a passar táxis que param (será por acaso?)  à vez ( uau) e deixam entrar uma ou várias pessoas ( que estranhamente parecem conhecer-se)? UMA FILA!!! Não foram uma, nem duas, nem três, nem quatro alminhas que passaram pela fila para apanhar um taxi (fila onde eu me encontrava) a ignoraram e quiseram  descontraidamente ir mais cedo para casa... De taxi... Ficando depois tão mas tão espantadas quando as pessoas lhes indicavam que havia uma fila... A sério, é preciso um QI elevado para saber o que é uma fila ou este país é feito de chicos-espertos com chico-espertice aguda? 

9 de outubro de 2013

Ainda no tema da palhinha...e da ode às batatas fritas

Não fui feita para dietas... Então se forem forçadas… aliás, só me apanham mesmo pelas forçadas, já que voluntariamente não me meto em tal coisa... é caso para dizer que tenho muito juizinho para me meter em tais aventuras. Fiquei agora com a certeza absoluta de não compreender as pessoas que se põem com dietas só de líquidos, seivas, pós e outras coisas pouco apelativas e sensaboronas. Acredito na alimentação equilibrada e adoro um bom peixe grelhado (a ementa do verão em terras costeiras), de uma salada ou de legumes, alternados com uma massa, pizza, coisas com natas, etc e tal. Agora tirem-me a possibilidade de comer isto e é ver a medusa que há em mim a dar um ar de sua graça… fujam!

O que me custa mesmo nisto tudo de não poder comer como os adultos e ter como melhor amiga uma palhinha...  é a saudade imensa que tenho de batatas fritas... Não que as coma a todos os dias... Passam-se até semanas sem as ver à frente... Mas sei que estão ali... Na proximidade de uma refeição… basta querer... Nem que tenha de palmar um recinto de um festival com dois amigos por arrasto em busca da banquinha das batatas belgas da Golegã…
Agora que não posso... Anseio por elas todos os dias. É o fruto proibido... Acho que vou ter uma overdose de french fries assim que deixar os líquidos... Mas também não é preciso muito... Depois do que para aqui vai de sopas, iogurtes e sumos naturais…devem bastar duas ou... vá... três para chegar a esse ponto…

E dito isto, 

Tudo a ver…




E nada a ver…mas adoro este humor…