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22 de setembro de 2013

" hellos kittys" às três pancadas e aos pontapés

Voltando à viagem a NYC: foi impressão minha ou havia " hellos kittys" aos pontapés em Times Square? Aos pontapés e muito mal amanhadas! Se a bonequita que conheço desde infância já me mete confusão por não ter boca (é mudinha da silva)...


... as que se passeiam por Times Square são então de meter medo ao susto! 

Meninos e meninas peçam aos vossos paizinhos uma hello kitty da candonga e certamente que o papão fugirá a sete pés! A sério! Times Square já é uma confusão com anúncios, pessoas, estátuas da liberdade a cada três metros, monstros das bolachas e homens aranhas... Mas pronto tudo dentro do modelo dito "normal"... Uma pessoa fica um pouco eléctrica ou irritadiça com o assédio dos bonecos, mas pronto, faz parte. 

Agora quando vem uma hello kitty mal amanhada!!! Fujam que vai dar em pesadelo!



Esta foto apanhei-a numa pesquisa de imagens da internet. Confesso que tive algum receio de: 1) estragar a maquina fotográfica com a bela imagem da kitty de contrafacção; 2) ou ter a kitty do demónio atrás de mim para lhe dar dinheiro pela foto...  3) ou ambas as hipóteses...

A verdade é esta: nunca percebi bem a ideia da hello kitty. Também nunca tirei um minuto da minha vida para investigar o que quer que seja sobre o aparecimento ou existência desta coisa. E por agora fico assim. ... E espero que sem pesadelos...ou com o aizinho (onde escrevo) avariado...

17 de setembro de 2013

Me, myself & I...

and Central Park...



... enquanto as miúdas andam de bicicleta (vantagens de não saber andar de bicicleta)... ainda pensei pedir umas aulas a um moço que estava a ensinar a namorada a andar de bicicleta, mas aquilo não ia correr bem... e ela estava com mais ar de se espetar e cair para o lado, do que de se equilibrar e avançar...

... depois fui picada por uma mosca... não é de espantar que ande ainda com mais sono...

Are you crazy?

Até posso ser, mas afinal, não há duas sem três e será que a terceira foi de vez? Sim, lá fui eu pela terceira vez na minha jovem (sim, jovem!) vida rumo aos Estates, rumo a NYC! 

Episódio a episódio, aqui fica o resumo em jeito de revista de telenovelas, já que o tempo é precioso, pelo que aqui fica o essencial (ou pelo menos aquilo que ainda está na minha memória, já que o bloquinho dos apontamentos ficou esquecido no avião de regresso… normalmente perco uma coisa quando viajo… pelo menos não estava muito escrito ou desenhado…)

A ida… Tanta gente gira a ir para o mesmo avião e tínhamos de ir com o senhor de “cinquentas-e-e” munido indumentariamente com o equipamento da selecção portuguesa mesmo ao nosso lado (seria pedir muito que o jeitoso estiloso que não largava o livro fosse no lugar do fã tuga?!)

A missa Gospel… íamos à procura de uma das igrejas recomendadas nos guias para assistir a um pouco de gospel até que (já fartinhas de andar) resolvemos seguir uma família espanhola que ia para uma igreja “já-ali-ao-virar-da-esquina-e-que-por-acaso-tinha-um-coro-de-gospel”. Lá fomos. Nós e uma catrefada de turistas… talvez fosse uma proporção de 20/80 (fiéis/turistas curiosos), sendo que acho que até estou a ser generosa para a equipa da casa… 
Mesmo com esta desproporção, foi um festão. 

 .........Deu para cantar (ui, aproveitei e bem… tínhamos um livro só com as letras…). 

...........Deu para ser saudada por todos os membros da igreja que iniciam a missa aos cumprimentos a todos os que ali foram (com direito a passeio e tudo pela igreja, não se ficam só pelas pessoas da sua bolha). 

..............Deu para assistir a campanha política (não é que estava lá uma candidata a um qualquer serviço público de NY que aproveitou para se apresentar à comunidade… a meio da missa). 

............Deu ainda para abanar o esqueleto ao ritmo das palmas (não as da espanhola que estava à nossa frente… essa para além de não perceber nada de inglês também não ficou a dever nada ao dom do ritmo… tenho que ver se ponho aqui o vídeo a senhora a bater palmas…). 

..............Deu para assistir a stand up comedy, com o reverendo convidado (a missa mais parecia um talk show com a quantidade de convidados especiais) que se saiu com uma que adorei: a história de uma mulher que queria um fato, mas não tinha dinheiro para tal luxo. Então, rezou muito a Deus… e no dia seguinte ao passar na loja que vendia o desejado fato… o mesmo estava em saldos!! E com esta fé, a heroína desta historieta, não só comprou o fato, mas também os sapatos, a mala e o chapéu a condizer (no comments). 

Are you crazy?!?!?!?! Ouvimos nós quando inocentemente (e estafadamente) perguntamos a um senhor numa paragem do autocarro se aquele ia para a primeira avenida… a resposta foi mesmo esta “Are you crazy?!?!”…simpático portanto. Depois do senhor ter enumerado as (poucas para ele/ tantas para nós) avenidas que tínhamos de passar (Park, Madison, Quarta, Lexington, Terceira e Segunda), que estava uma noite tão bonita e que nos fazia tão bem andar… começámos a afastar-nos lentamente e resignámo-nos ao “vamos andando então”.

Cremes… E ao caminharmos até casa, nessa mesma noite, após uma coacção tremenda do senhor da paragem do autocarro em nos por a andar (literalmente) dali para fora… fomos encadeadas pelo vendedor de banha da cobra… cof…cof…cof… cremes! A frase da noite foi mesmo esta: Três  mulheres, um homem, creme e no fim ainda pagámos bem…

O irmão do Ronaldo… quando dizemos que somos de Portugal ou nos perguntam pelo tempo (também me perguntaram se a escola já tinha começado em Portugal…………) ou referem o Cristiano Ronaldo. Quem diria que no topo do Empire um dos empregados chamado Dadoua (ou algo do género) era o irmão do CR7?!?!?! A sério… cheira-me que é piadinha em modo repeat.

Excesso de emprego… Meninos e meninas, sigam as dicas superiores e ponham-se na alheta para NYC… há emprego para tudo: receber as pessoas nas lojas, pessoas para abrir portas em vários sítios (incluindo WC), pessoas para entregar toalhas, lojas e restaurantes com mais empregados do que clientes… etc… (pensando bem… se calhar já não há espaço para mais ninguém!).

A TPM dos condutores dos autocarros… não houve nenhum simpático! Nenhum! Grunhiam a qualquer pergunta que se fizesse, desancavam pessoas idosas por não terem o bilhete válido e quererem passar na mesma (está bem que a senhora estava a brincar com o fogo ao não ligar ao que o senhor do autocarro dizia… mas… medo…). Dizem que não é um bom emprego (riscar da lista, ok?)

A creche dos cães… Clap, clap, clap. Aplausos para os nova iorquinos que andam com os cãezinhos para tudo o que é lado, entram com eles nas lojas e até têm creches para eles passarem os dias enquanto os donos trabalham. Mas creches a sério… com playground e tudo. Isto para não falar nos parques para cães (como existem os infantis) só para eles brincarem à vontade. Clap, clap, clap. 

O clube secreto e o culto da casa da Carrie Bradshaw… e a finta à actual proprietária da casa que pôs fim às excursões organizadas do Sexo e a Cidade ali pela zona e que chama a polícia para assustar um bando de mulheres super perigosas que querem (imaginem!) tirar fotos na escadaria (ok, eu até percebo a questão da propriedade privada, mas termos de sussurrar ao passar pela porta já é qualquer coisa…)

E no meio deste rebuliço todo, dos quase 40º graus nas ruas de NY, alternados com o frio do cruzeiro e a tempestade (dilúvio mesmo!) antes do jantar no famoso Buddakan, dos cupcakes, do Mamma Mia a acabar com toda a gente em pé e a dançar (mais a japonesa ao nosso lado que tinha um bater de palmas do best… embora o prémio vá para a espanhola), de mais cupcakes e cheesecakes, misturados com amizade, existem 1001 momentos para recordar e rir… muito. 

E o resto fica para depois… porque se não há duas sem três, à terceira não é certamente de vez porque, pelo menos, tem de haver uma quarta… 

5 de setembro de 2013

New York, New York!

Start spreading the news....
......I am leaving today (que é como quem diz... amanhã!)...
 .................I want to be a part of it ...


New York, New York! 


15 de agosto de 2013

Snif snif ou como quem diz: bye bye vacaciones “grandes”

De volta. Snif. De volta das férias outrora apelidadas de grandes, hoje em dia só mesmo maiores que as minis que se conseguem tirar ao longo do ano. Snif.

Não compreendo quem se cansa das férias. Nunca experimentei tal sentimento. Hoje só experimento aquele sentimento que diz a boa voz: Não queroooo! (Ehehe) mas o que tem de ser tem muita força, pelo que, com a banda sonora dos 7 anões que “lá vão, lá vão”, também eu vou, e levo na bagagem os mergulhos, as patuscadas, os convívios, as ameijoas, as caminhadas na praia, o pôr-do-sol, o concerto do José Cid (que foi a Santa Luzia), o ferry da ria, os gelados de D. Rodrigo, o peixinho grelhado e o céu estrelado.
 
E para acabar em beleza, nada mais, nada menos que uma tarde de praia, com a neblina lá longe e com o vento quente a aparecer às 17h30 para permitir o último mergulho das férias (só mesmo das férias! Os fins-de-semana não contam!).


Splash!


Ontem fui ao Slide & Splash. Não ia a uma coisa destas há coisa de 15 anos (até assusta falar assim em anos, eu sei) e lá fui ontem com a primalhada toda. Os parcos segundos de escorregadelas em tubos, fora de tubos, pistas brandas, kamikazes, banzais, tornados apelidados de autoclismos (falhamos o saca-rolhas) foram, de facto, muito bons. Não parámos até aquilo fechar (fui, portanto, passear o calhamaço de 600 páginas que ando a ler, para o marcador regressar na mesma página). Muito splash houve para ali. Hoje não me mexo (pois), mas foi muito bom regressar aos escorregas e estreitar laços familiares (as filas e a partilha de berraria no black hole ajudaram bastante).

AGORA! SANTA PACIÊNCIA para a “catrefada” de pessoas que para ali andava e para as filas! Muita paciência foi gasta nas filas para as bóias, nas filas para os tapetes, nas filas para os escorregas, nas filas para o café, nas filas… nas filas… nas filas.

Para ajudar à festa, a caminho de casa, quando íamos podres-podres-podres, com dores de pés e de pernas (e substituírem o chão de cimento por algo mais… fofinho?!?) o que é que apanhámos: a A22 completamente atravancada pelos que iam (já atrasados) para o jogo Portugal x Holanda (devem ter chegado já para a segunda parte).

Resumindo: Esgotei a paciência dos próximos meses (fica já o aviso). Por agora:
 
Splash!

8 de junho de 2013

Copenhaga 1 –notas mentais


·         Nunca mais anoitece....

·         Percebi porque é que o fogo-de-artifício só começa perto da meia-noite. É quando está escuro! Só anoitece lá para as dez e tal…


·         Turpas não é o nome de uma diversão do Tivoli. Significa qualquer coisa como: bilhete. Por isso, não vale reclamar que só existe bilheteira para uma diversão chamada Turpas. Ela não existe! O que existe é uma diversão chamada Starfkyer (nada a ver, portanto). O facto de a bilheteira (lá está, turpas) estar mesmo junto ao Starflyer, o mega carrossel, é pura estratégia de localização dos senhores do parque, pelo que dá para comprar aí os bilhetes sem ser necessário palmilhar o parque, a reclamar com o sistema dinamarquês.